quarta-feira, 9 de julho de 2014

Lady Gaga aparece com roupa que souta bolhas de sabão


Chocolate é um vício delicioso e que não precisa necessariamente ser inimigo da sua dieta. Para te ajudar a entender melhor essa delícia e como ela deve fazer parte da sua vida de maneira saudável, o DaquiDali conversou com uma nutricionista. E ela já começou o bate-papo dando uma boa noticia sobre o doce: ele é rapidamente metabolizado. “Então para quem precisa de mais energia, e rápido, é uma boa opção. Tem uma boa digestibilidade e rápida absorção, por isso é uma ótima pedida para emendar na malhação”, explica Gabriela Marques. + Não consegue emagrecer? Entenda qual pode ser o problema Desde o começo De acordo com a nutricionista Madalena Vallinoti, a fabricação do chocolate vem de um processo complexo que tem o cacau como matéria prima. “O chocolate é um alimento obtido do processamento da amêndoa do cacau, que, após passar pelo processo de torrefação, é prensada e obtém-se a massa, pasta ou licor de cacau. Essa massa é prensada, e dali se obtém a manteiga de cacau e o que resta da massa do cacau é uma massa sólida que é pulverizada e se tem como resultado o cacau em pó”, detalha. Ainda assim, Gabriela conta que existem vários tipos de cacau, de forma que, mesmo dentre os chocolates ao leite, meio amargo e amargo, existem diferenças na composição nutricional. Essas diferenças, ainda segundo a nutricionista, acabam dificultando o cálculo da composição exata dos chocolates, que pode inclusive mudar de marca para marca. Prefira os amargos Madalena conta que, em geral, os chocolates são considerados alimentos equilibrados no que diz respeito aos nutrientes. “Contêm carboidratos, em torno de 50%; gorduras, em torno de 35%. A gordura do cacau, é constituída por dois ácidos graxos saturados, o ácido palmítico e o esteárico, e o ácido oleico monoinsaturado”, diz a nutricionista. Ela também conta a principal diferença entre os amargos, ao leite e branco está nos carboidratos e gorduras. Veja os números, tendo como referências 100 g do produto: Chocolate meio amargo - calorias: 550 - carboidratos: 62 - gordura: 32  Chocolate ao leite - calorias: 570 - carboidratos: 55 - gordura: 36 Chocolate branco - calorias: 560 - carboidratos: 51 - gordura: 35 Os amargos (incluindo os extra amargo e meio amargo), segundo Madalena Vallinoti, contêm essa maior concentração de carboidratos, pois em sua composição é utilizada maior quantidade de pasta de cacau. “Já o chocolate ao leite e o chocolate branco contêm em sua composição uma quantidade semelhante de gordura porque, além da adição da manteiga de cacau, há a adição do leite em pó. No chocolate branco, há menor quantidade de carboidratos, pois não se utiliza em seu preparo a massa de cacau que é rica em carboidratos”, explica. Saúde é o que interessa Madalena frisa que todos os chocolates possuem benefícios para o corpo humano, por mais que alguns tenham maior concentração das substâncias recomendadas pelos especialistas. “O chocolate contém flavonoides, presentes na semente do cacau e que agem como protetor cardiovascular. São eles a catequina, a epicatequina e o ácido gálico, que são os responsáveis pelas propriedades antioxidantes do chocolate e que atuam na diminuição dos riscos de cardiopatias”, destaca. Gabriela Marques conta que, considerando os vários tipos de chocolate, o amargo é o mais indicado para fins clínicos. “O amargo tem muitas características boas, como a presença de magnésio, potássio, cobre, manganês, zinco e ferro. Todos esses minerais têm ações de equilíbrio em tudo que tem troca de sais e água dentro do organismo. O zinco ainda está mais ligado à pele e às unhas”, revela a nutricionista. Madalena diz também que dos flavonoides do chocolate e do cacau são promovidos pela oxidação do colesterol LDL (mau colesterol), diminuindo a tendência à agregação plaquetária e formação de coágulos sanguíneos. “Os flavonóides do chocolate podem ainda, atuar como agentes vasoativos, promovendo um fluxo de sangue adequado, diminuindo a pressão arterial e melhorando a saúde cardiovascular. Alguns estudos demonstram que o chocolate escuro (dark chocolate) ou amargo, também apresenta efeitos benéficos sobre o metabolismo da glicose e da sensibilidade à ação da insulina”, ressalta. Indicações clínicas Sim, o chocolate pode ser usado para tratar e prevenir disfunções no corpo humano, tais como reduzir o risco de trombose, artrite e (pode acreditar) diabetes. “O alimento ainda é rico em proteínas, e no aminoácido triptofano, que atua na síntese de serotonina, um neurotransmissor que ajuda a combater a depressão e a ansiedade, além de estimular os centros de prazer e de bem-estar, participando da liberação de endorfinas, podendo estimular o apetite sexual e causar sensações de bem-estar”, complementa a nutricionista. Outro dado super interessante dado pela nutricionista é ainda que, em um estudo conduzido pela escola de medicina da Universidade John Hopkins, foi revelado que o chocolate pode ter o mesmo efeito do consumo diário de aspirina, porém sem os efeitos gastrintestinais negativos. Mas, claro, tudo com indicação e acompanhamento de um especialista, ok? Entretanto, como nem tudo são flores, o chocolate também possui contra-indicações. Segundo Madalena, eles possuem um composto natural (chamado fenilatilamina) com efeitos semelhantes aos das anfetaminas. “Em pessoas sensíveis, pode causar dores de cabeça e enxaquecas. Além disso, podem apresentar irritações na pele, no estômago e na mucosa intestinal”, esclarece nutricionista. Ainda de acordo com a especialista, estima-se também que de 10% a 15% das pessoas com doenças labirínticas tenham problemas com o metabolismo de açúcar. Sempre diva Depois de tantos benefícios, agora ainda vem a melhor parte: o chocolate não é o responsável pelas espinhas. Apesar de não haver nenhum estudo que comprove essa relação, alguns dermatologistas ainda afirmam que pacientes com maior tendência à acne relatam piora após a ingestão exagerada de chocolate. “Porém, devemos lembrar de não depositar toda a culpa no chocolate, pois se não existe o hábito de uma alimentação saudável e equilibrada no dia-a-dia, certamente os efeitos estéticos serão desastrosos”, alerta. Gabriela Marques ainda conta que o chocolate não é inimigo da boa forma. “Acho que a grande dica é escolher um chocolate com o maior porcentual de cacau possível, pois quanto mais cacau, mais amargo e, ao mesmo tempo, menos açúcar e menos g

olhos de lady gaga chama atenção no mundo pela cor diferenciada


Chocolate é um vício delicioso e que não precisa necessariamente ser inimigo da sua dieta. Para te ajudar a entender melhor essa delícia e como ela deve fazer parte da sua vida de maneira saudável, o DaquiDali conversou com uma nutricionista. E ela já começou o bate-papo dando uma boa noticia sobre o doce: ele é rapidamente metabolizado. “Então para quem precisa de mais energia, e rápido, é uma boa opção. Tem uma boa digestibilidade e rápida absorção, por isso é uma ótima pedida para emendar na malhação”, explica Gabriela Marques. + Não consegue emagrecer? Entenda qual pode ser o problema Desde o começo De acordo com a nutricionista Madalena Vallinoti, a fabricação do chocolate vem de um processo complexo que tem o cacau como matéria prima. “O chocolate é um alimento obtido do processamento da amêndoa do cacau, que, após passar pelo processo de torrefação, é prensada e obtém-se a massa, pasta ou licor de cacau. Essa massa é prensada, e dali se obtém a manteiga de cacau e o que resta da massa do cacau é uma massa sólida que é pulverizada e se tem como resultado o cacau em pó”, detalha. Ainda assim, Gabriela conta que existem vários tipos de cacau, de forma que, mesmo dentre os chocolates ao leite, meio amargo e amargo, existem diferenças na composição nutricional. Essas diferenças, ainda segundo a nutricionista, acabam dificultando o cálculo da composição exata dos chocolates, que pode inclusive mudar de marca para marca. Prefira os amargos Madalena conta que, em geral, os chocolates são considerados alimentos equilibrados no que diz respeito aos nutrientes. “Contêm carboidratos, em torno de 50%; gorduras, em torno de 35%. A gordura do cacau, é constituída por dois ácidos graxos saturados, o ácido palmítico e o esteárico, e o ácido oleico monoinsaturado”, diz a nutricionista. Ela também conta a principal diferença entre os amargos, ao leite e branco está nos carboidratos e gorduras. Veja os números, tendo como referências 100 g do produto: Chocolate meio amargo - calorias: 550 - carboidratos: 62 - gordura: 32  Chocolate ao leite - calorias: 570 - carboidratos: 55 - gordura: 36 Chocolate branco - calorias: 560 - carboidratos: 51 - gordura: 35 Os amargos (incluindo os extra amargo e meio amargo), segundo Madalena Vallinoti, contêm essa maior concentração de carboidratos, pois em sua composição é utilizada maior quantidade de pasta de cacau. “Já o chocolate ao leite e o chocolate branco contêm em sua composição uma quantidade semelhante de gordura porque, além da adição da manteiga de cacau, há a adição do leite em pó. No chocolate branco, há menor quantidade de carboidratos, pois não se utiliza em seu preparo a massa de cacau que é rica em carboidratos”, explica. Saúde é o que interessa Madalena frisa que todos os chocolates possuem benefícios para o corpo humano, por mais que alguns tenham maior concentração das substâncias recomendadas pelos especialistas. “O chocolate contém flavonoides, presentes na semente do cacau e que agem como protetor cardiovascular. São eles a catequina, a epicatequina e o ácido gálico, que são os responsáveis pelas propriedades antioxidantes do chocolate e que atuam na diminuição dos riscos de cardiopatias”, destaca. Gabriela Marques conta que, considerando os vários tipos de chocolate, o amargo é o mais indicado para fins clínicos. “O amargo tem muitas características boas, como a presença de magnésio, potássio, cobre, manganês, zinco e ferro. Todos esses minerais têm ações de equilíbrio em tudo que tem troca de sais e água dentro do organismo. O zinco ainda está mais ligado à pele e às unhas”, revela a nutricionista. Madalena diz também que dos flavonoides do chocolate e do cacau são promovidos pela oxidação do colesterol LDL (mau colesterol), diminuindo a tendência à agregação plaquetária e formação de coágulos sanguíneos. “Os flavonóides do chocolate podem ainda, atuar como agentes vasoativos, promovendo um fluxo de sangue adequado, diminuindo a pressão arterial e melhorando a saúde cardiovascular. Alguns estudos demonstram que o chocolate escuro (dark chocolate) ou amargo, também apresenta efeitos benéficos sobre o metabolismo da glicose e da sensibilidade à ação da insulina”, ressalta. Indicações clínicas Sim, o chocolate pode ser usado para tratar e prevenir disfunções no corpo humano, tais como reduzir o risco de trombose, artrite e (pode acreditar) diabetes. “O alimento ainda é rico em proteínas, e no aminoácido triptofano, que atua na síntese de serotonina, um neurotransmissor que ajuda a combater a depressão e a ansiedade, além de estimular os centros de prazer e de bem-estar, participando da liberação de endorfinas, podendo estimular o apetite sexual e causar sensações de bem-estar”, complementa a nutricionista. Outro dado super interessante dado pela nutricionista é ainda que, em um estudo conduzido pela escola de medicina da Universidade John Hopkins, foi revelado que o chocolate pode ter o mesmo efeito do consumo diário de aspirina, porém sem os efeitos gastrintestinais negativos. Mas, claro, tudo com indicação e acompanhamento de um especialista, ok? Entretanto, como nem tudo são flores, o chocolate também possui contra-indicações. Segundo Madalena, eles possuem um composto natural (chamado fenilatilamina) com efeitos semelhantes aos das anfetaminas. “Em pessoas sensíveis, pode causar dores de cabeça e enxaquecas. Além disso, podem apresentar irritações na pele, no estômago e na mucosa intestinal”, esclarece nutricionista. Ainda de acordo com a especialista, estima-se também que de 10% a 15% das pessoas com doenças labirínticas tenham problemas com o metabolismo de açúcar. Sempre diva Depois de tantos benefícios, agora ainda vem a melhor parte: o chocolate não é o responsável pelas espinhas. Apesar de não haver nenhum estudo que comprove essa relação, alguns dermatologistas ainda afirmam que pacientes com maior tendência à acne relatam piora após a ingestão exagerada de chocolate. “Porém, devemos lembrar de não depositar toda a culpa no chocolate, pois se não existe o hábito de uma alimentação saudável e equilibrada no dia-a-dia, certamente os efeitos estéticos serão desastrosos”, alerta. Gabriela Marques ainda conta que o chocolate não é inimigo da boa forma. “Acho que a grande dica é escolher um chocolate com o maior porcentual de cacau possível, pois quanto mais cacau, mais amargo e, ao mesmo tempo, menos açúcar e menos g

Lady Gaga lota show e passa vergonha ao divulgar foto falsa na internet



Chocolate é um vício delicioso e que não precisa necessariamente ser inimigo da sua dieta. Para te ajudar a entender melhor essa delícia e como ela deve fazer parte da sua vida de maneira saudável, o DaquiDali conversou com uma nutricionista. E ela já começou o bate-papo dando uma boa noticia sobre o doce: ele é rapidamente metabolizado. “Então para quem precisa de mais energia, e rápido, é uma boa opção. Tem uma boa digestibilidade e rápida absorção, por isso é uma ótima pedida para emendar na malhação”, explica Gabriela Marques. + Não consegue emagrecer? Entenda qual pode ser o problema Desde o começo De acordo com a nutricionista Madalena Vallinoti, a fabricação do chocolate vem de um processo complexo que tem o cacau como matéria prima. “O chocolate é um alimento obtido do processamento da amêndoa do cacau, que, após passar pelo processo de torrefação, é prensada e obtém-se a massa, pasta ou licor de cacau. Essa massa é prensada, e dali se obtém a manteiga de cacau e o que resta da massa do cacau é uma massa sólida que é pulverizada e se tem como resultado o cacau em pó”, detalha. Ainda assim, Gabriela conta que existem vários tipos de cacau, de forma que, mesmo dentre os chocolates ao leite, meio amargo e amargo, existem diferenças na composição nutricional. Essas diferenças, ainda segundo a nutricionista, acabam dificultando o cálculo da composição exata dos chocolates, que pode inclusive mudar de marca para marca. Prefira os amargos Madalena conta que, em geral, os chocolates são considerados alimentos equilibrados no que diz respeito aos nutrientes. “Contêm carboidratos, em torno de 50%; gorduras, em torno de 35%. A gordura do cacau, é constituída por dois ácidos graxos saturados, o ácido palmítico e o esteárico, e o ácido oleico monoinsaturado”, diz a nutricionista. Ela também conta a principal diferença entre os amargos, ao leite e branco está nos carboidratos e gorduras. Veja os números, tendo como referências 100 g do produto: Chocolate meio amargo - calorias: 550 - carboidratos: 62 - gordura: 32  Chocolate ao leite - calorias: 570 - carboidratos: 55 - gordura: 36 Chocolate branco - calorias: 560 - carboidratos: 51 - gordura: 35 Os amargos (incluindo os extra amargo e meio amargo), segundo Madalena Vallinoti, contêm essa maior concentração de carboidratos, pois em sua composição é utilizada maior quantidade de pasta de cacau. “Já o chocolate ao leite e o chocolate branco contêm em sua composição uma quantidade semelhante de gordura porque, além da adição da manteiga de cacau, há a adição do leite em pó. No chocolate branco, há menor quantidade de carboidratos, pois não se utiliza em seu preparo a massa de cacau que é rica em carboidratos”, explica. Saúde é o que interessa Madalena frisa que todos os chocolates possuem benefícios para o corpo humano, por mais que alguns tenham maior concentração das substâncias recomendadas pelos especialistas. “O chocolate contém flavonoides, presentes na semente do cacau e que agem como protetor cardiovascular. São eles a catequina, a epicatequina e o ácido gálico, que são os responsáveis pelas propriedades antioxidantes do chocolate e que atuam na diminuição dos riscos de cardiopatias”, destaca. Gabriela Marques conta que, considerando os vários tipos de chocolate, o amargo é o mais indicado para fins clínicos. “O amargo tem muitas características boas, como a presença de magnésio, potássio, cobre, manganês, zinco e ferro. Todos esses minerais têm ações de equilíbrio em tudo que tem troca de sais e água dentro do organismo. O zinco ainda está mais ligado à pele e às unhas”, revela a nutricionista. Madalena diz também que dos flavonoides do chocolate e do cacau são promovidos pela oxidação do colesterol LDL (mau colesterol), diminuindo a tendência à agregação plaquetária e formação de coágulos sanguíneos. “Os flavonóides do chocolate podem ainda, atuar como agentes vasoativos, promovendo um fluxo de sangue adequado, diminuindo a pressão arterial e melhorando a saúde cardiovascular. Alguns estudos demonstram que o chocolate escuro (dark chocolate) ou amargo, também apresenta efeitos benéficos sobre o metabolismo da glicose e da sensibilidade à ação da insulina”, ressalta. Indicações clínicas Sim, o chocolate pode ser usado para tratar e prevenir disfunções no corpo humano, tais como reduzir o risco de trombose, artrite e (pode acreditar) diabetes. “O alimento ainda é rico em proteínas, e no aminoácido triptofano, que atua na síntese de serotonina, um neurotransmissor que ajuda a combater a depressão e a ansiedade, além de estimular os centros de prazer e de bem-estar, participando da liberação de endorfinas, podendo estimular o apetite sexual e causar sensações de bem-estar”, complementa a nutricionista. Outro dado super interessante dado pela nutricionista é ainda que, em um estudo conduzido pela escola de medicina da Universidade John Hopkins, foi revelado que o chocolate pode ter o mesmo efeito do consumo diário de aspirina, porém sem os efeitos gastrintestinais negativos. Mas, claro, tudo com indicação e acompanhamento de um especialista, ok? Entretanto, como nem tudo são flores, o chocolate também possui contra-indicações. Segundo Madalena, eles possuem um composto natural (chamado fenilatilamina) com efeitos semelhantes aos das anfetaminas. “Em pessoas sensíveis, pode causar dores de cabeça e enxaquecas. Além disso, podem apresentar irritações na pele, no estômago e na mucosa intestinal”, esclarece nutricionista. Ainda de acordo com a especialista, estima-se também que de 10% a 15% das pessoas com doenças labirínticas tenham problemas com o metabolismo de açúcar. Sempre diva Depois de tantos benefícios, agora ainda vem a melhor parte: o chocolate não é o responsável pelas espinhas. Apesar de não haver nenhum estudo que comprove essa relação, alguns dermatologistas ainda afirmam que pacientes com maior tendência à acne relatam piora após a ingestão exagerada de chocolate. “Porém, devemos lembrar de não depositar toda a culpa no chocolate, pois se não existe o hábito de uma alimentação saudável e equilibrada no dia-a-dia, certamente os efeitos estéticos serão desastrosos”, alerta. Gabriela Marques ainda conta que o chocolate não é inimigo da boa forma. “Acho que a grande dica é escolher um chocolate com o maior porcentual de cacau possível, pois quanto mais cacau, mais amargo e, ao mesmo tempo, menos açúcar e menos g

Brasil passa vergonha a mais que lady gaga com G.U.Y.


Chocolate é um vício delicioso e que não precisa necessariamente ser inimigo da sua dieta. Para te ajudar a entender melhor essa delícia e como ela deve fazer parte da sua vida de maneira saudável, o DaquiDali conversou com uma nutricionista. E ela já começou o bate-papo dando uma boa noticia sobre o doce: ele é rapidamente metabolizado. “Então para quem precisa de mais energia, e rápido, é uma boa opção. Tem uma boa digestibilidade e rápida absorção, por isso é uma ótima pedida para emendar na malhação”, explica Gabriela Marques. + Não consegue emagrecer? Entenda qual pode ser o problema Desde o começo De acordo com a nutricionista Madalena Vallinoti, a fabricação do chocolate vem de um processo complexo que tem o cacau como matéria prima. “O chocolate é um alimento obtido do processamento da amêndoa do cacau, que, após passar pelo processo de torrefação, é prensada e obtém-se a massa, pasta ou licor de cacau. Essa massa é prensada, e dali se obtém a manteiga de cacau e o que resta da massa do cacau é uma massa sólida que é pulverizada e se tem como resultado o cacau em pó”, detalha. Ainda assim, Gabriela conta que existem vários tipos de cacau, de forma que, mesmo dentre os chocolates ao leite, meio amargo e amargo, existem diferenças na composição nutricional. Essas diferenças, ainda segundo a nutricionista, acabam dificultando o cálculo da composição exata dos chocolates, que pode inclusive mudar de marca para marca. Prefira os amargos Madalena conta que, em geral, os chocolates são considerados alimentos equilibrados no que diz respeito aos nutrientes. “Contêm carboidratos, em torno de 50%; gorduras, em torno de 35%. A gordura do cacau, é constituída por dois ácidos graxos saturados, o ácido palmítico e o esteárico, e o ácido oleico monoinsaturado”, diz a nutricionista. Ela também conta a principal diferença entre os amargos, ao leite e branco está nos carboidratos e gorduras. Veja os números, tendo como referências 100 g do produto: Chocolate meio amargo - calorias: 550 - carboidratos: 62 - gordura: 32 Chocolate ao leite - calorias: 570 - carboidratos: 55 - gordura: 36 Chocolate branco - calorias: 560 - carboidratos: 51 - gordura: 35 Os amargos (incluindo os extra amargo e meio amargo), segundo Madalena Vallinoti, contêm essa maior concentração de carboidratos, pois em sua composição é utilizada maior quantidade de pasta de cacau. “Já o chocolate ao leite e o chocolate branco contêm em sua composição uma quantidade semelhante de gordura porque, além da adição da manteiga de cacau, há a adição do leite em pó. No chocolate branco, há menor quantidade de carboidratos, pois não se utiliza em seu preparo a massa de cacau que é rica em carboidratos”, explica. Saúde é o que interessa Madalena frisa que todos os chocolates possuem benefícios para o corpo humano, por mais que alguns tenham maior concentração das substâncias recomendadas pelos especialistas. “O chocolate contém flavonoides, presentes na semente do cacau e que agem como protetor cardiovascular. São eles a catequina, a epicatequina e o ácido gálico, que são os responsáveis pelas propriedades antioxidantes do chocolate e que atuam na diminuição dos riscos de cardiopatias”, destaca. Gabriela Marques conta que, considerando os vários tipos de chocolate, o amargo é o mais indicado para fins clínicos. “O amargo tem muitas características boas, como a presença de magnésio, potássio, cobre, manganês, zinco e ferro. Todos esses minerais têm ações de equilíbrio em tudo que tem troca de sais e água dentro do organismo. O zinco ainda está mais ligado à pele e às unhas”, revela a nutricionista. Madalena diz também que dos flavonoides do chocolate e do cacau são promovidos pela oxidação do colesterol LDL (mau colesterol), diminuindo a tendência à agregação plaquetária e formação de coágulos sanguíneos. “Os flavonóides do chocolate podem ainda, atuar como agentes vasoativos, promovendo um fluxo de sangue adequado, diminuindo a pressão arterial e melhorando a saúde cardiovascular. Alguns estudos demonstram que o chocolate escuro (dark chocolate) ou amargo, também apresenta efeitos benéficos sobre o metabolismo da glicose e da sensibilidade à ação da insulina”, ressalta. Indicações clínicas Sim, o chocolate pode ser usado para tratar e prevenir disfunções no corpo humano, tais como reduzir o risco de trombose, artrite e (pode acreditar) diabetes. “O alimento ainda é rico em proteínas, e no aminoácido triptofano, que atua na síntese de serotonina, um neurotransmissor que ajuda a combater a depressão e a ansiedade, além de estimular os centros de prazer e de bem-estar, participando da liberação de endorfinas, podendo estimular o apetite sexual e causar sensações de bem-estar”, complementa a nutricionista. Outro dado super interessante dado pela nutricionista é ainda que, em um estudo conduzido pela escola de medicina da Universidade John Hopkins, foi revelado que o chocolate pode ter o mesmo efeito do consumo diário de aspirina, porém sem os efeitos gastrintestinais negativos. Mas, claro, tudo com indicação e acompanhamento de um especialista, ok? Entretanto, como nem tudo são flores, o chocolate também possui contra-indicações. Segundo Madalena, eles possuem um composto natural (chamado fenilatilamina) com efeitos semelhantes aos das anfetaminas. “Em pessoas sensíveis, pode causar dores de cabeça e enxaquecas. Além disso, podem apresentar irritações na pele, no estômago e na mucosa intestinal”, esclarece nutricionista. Ainda de acordo com a especialista, estima-se também que de 10% a 15% das pessoas com doenças labirínticas tenham problemas com o metabolismo de açúcar. Sempre diva Depois de tantos benefícios, agora ainda vem a melhor parte: o chocolate não é o responsável pelas espinhas. Apesar de não haver nenhum estudo que comprove essa relação, alguns dermatologistas ainda afirmam que pacientes com maior tendência à acne relatam piora após a ingestão exagerada de chocolate. “Porém, devemos lembrar de não depositar toda a culpa no chocolate, pois se não existe o hábito de uma alimentação saudável e equilibrada no dia-a-dia, certamente os efeitos estéticos serão desastrosos”, alerta. Gabriela Marques ainda conta que o chocolate não é inimigo da boa forma. “Acho que a grande dica é escolher um chocolate com o maior porcentual de cacau possível, pois quanto mais cacau, mais amargo e, ao mesmo tempo, menos açúcar e menos gordura”, destaca. Beatriz Coppi